terça-feira, 13 de julho de 2010

SE MEU É, DOU PRA QUEM QUISER

As pessoas vivem criando “rótulos”, dando nome aos “bois” e tambem pras “vacas”. É “nome” pra tudo que se faz ou mesmo o que se é. São “leis” conceituais que poderiam até existir (como existem) nas “teorias” (religiosas), mas não na prática da vida de quem vive fora “disso”. Sendo assim, se alguém se casa e arranja um amante, é puta, vagabunda, sem vergonha,vadia etc. O cara é chamado de corno, chifrudo... se for o homem a encontrar outra, ai o (pré)conceito é maior ainda em cima da mulher, primeiro ela passa a ser a culpada por tudo e ele é o machão, o picão, o “bom-de-cama”. Eu não me atenho a nenhum desses conceitos ou mesmo (pré)conceitos, sempre digo: Dou o que é meu.


“SE O CU É MEU, DOU PRA QUEM EU QUISER”.


E assim aconteceu há três meses. O sogro da minha irmã, Seu OSMAR que é separado resolveu fazer uma reforma no apê dele e o marido da minha irmã, de olho no dinheiro do pai (não queria que o mesmo pagasse um hotel) convidou-o a vir ficar conosco. Cara, eu sou o mais novo dos irmaos e to vivendo aqui na casa da minha irmã tem quase um ano, fiquei meio puto, afinal a casa tem só três quartos e sabia que ia sobrar pra mim. Mas como quem manda (mais um preconceito) são os mais velhos.
Mudança feita. Como disse antes, o apartamento possui apenas três quartos, um ficou sendo uma espécie de escritório e de “quarto-de-tralhas” até o neném deles nascer, não tínhamos como esvaziá-lo, um era do casal e o outro meu, ainda bem que o sogro da minha irmã, de bom grado e dizendo que não queria incomodar o “garoto” (eu), resolveu que dormiria na sala mesmo, afinal, disse-nos ele, só estaria em casa à noite, durante o dia seria o trabalho e aquela espiadela na reforma.
Na segunda noite em que ele estava lá em casa, eu levantei-me de madrugada para ir ao banheiro, não ouvi nenhum som, mas uma claridade entrava pela fresta por debaixo da porta, curioso, sai do quarto e fui até a sala. Seu OSMAR um coroa de meia idade nos seus 44 anos, assistia um filme pornô, onde uma mulher era “comida” e agüentava uma vara bem grossa na sua bucetinha. Prendi a respiração e me aproximei um pouco mais sem fazer nenhum barulho, por cima do encosto do sofá, vi que ele se masturbava, apreciei a cena um pouquinho mais, Seu OSMAR gemeu baixinho e apertou o cacete em sua mão, gozando. Retrocedi alguns passos e fui para meu quarto, deitei-me completamente excitado. No escuro, de pau duro, fiquei relembrando o que acabara de ver e das coisas que a esposa dele sempre repetia:

"Sexo foi feito apenas para procriação. O resto é pecado. Osmar tem um pênis enorme e todos estes anos vive querendo comer minha bunda. Só mesmo uma puta louca faria tal coisa”.

Ainda com o som do gemido de gozo do seu OSMAR ecoando em meus ouvidos e cheio de tesão, encostei meu corpo trêmulo no colchão, segurei me pau e passei a massageá-la de leve, Enquanto eu sentia arrepios e endurecia meus músculos de excitação e gozo, meu pau passou a latejar e a derramar esperma na minha barriga. Fui ao banheiro e ao retornar deitei-me outra vez, tentei conciliar o sono, mas a imagem do seu OSMAR masturbando-se havia ficado pregada na minha mente, como aqueles quadros sacros que ficam décadas dependurados no mesmo lugar da casa. Sem conseguir mesmo dormir, resolvi ir dar mais uma olhadinha no seu Osmar, mas ele adormecia profundamente no sofá da sala, ao retornar ouvi gemidos e olhei pela fechadura do quarto da minha irmã que estava com a pica do marido dela o RICARDO, enfiada na boca e ele gemendo as alturas enquanto ela mamava alucinadamente. Até que ele se retesou todo e pude ver que estava gozando e enchendo a boquinha da minha irmã de porra. Ai ouvi ele pedir que ela fosse ao banheiro e cuspir tudo fora, pois como ele costumava dizer: só quem engole porra é ”mulher-da-vida” – outro preconceito idiota – Se fosse eu, me levantava ia até o banheiro, abria a torneira e fazia o que tinha vontade de fazer, engolia toda aquela porra aos pouquinhos, um golinho de cada vez, sentindo o líquido grosso misturado com minha saliva descer pela minha garganta..


O dia seguinte pareceu tranqüilo, a não ser pelas imagens do meu cérebro.


À noite, Ricardo ainda lembrando-se da chupada daquela madrugada, resolveu comer minha irmã, mas como ainda era terça feira, tinha que acordar cedo e deu uma rapidinha. Não conseguindo adormecer e sentindo meu pau duro por ter visto meu cunhado comendo minha irmã, levantei-me e de sacanagem fui até a sala bem devagar. Do corredor, vendo a TV ligada sem som, as lembranças da noite anterior tomaram conta do meu raciocínio e, cheio de tesão, imaginei o que seu OSAMR deveria estar vendo e fazendo. Já bem pertinho do sofá, esbarrei em uma mesinha propositalmente.
Seu Osmar sentando-se parou com a punheta, mas não teve tempo de desligar a TV e o filme de putaria ficou passando na ”telinha”.
Dei a volta circundando todo o assento e sentei-me ao lado dele no sofá, lhe perguntei apontando pra TV:

= Como é que uma mulher pode agüentar um cacete daquele tamanho todo?


Ouvi então a “sabedoria” dos mais velhos:


= Menino, isso é apenas questão de jeito.


Não agüentei mais, desamarrei o pijama dele, meti a mão e tirei aquele pauzão pra fora, libertando-o daquela prisão de seda. Ele ainda conseguiu se assustar e me olhar com uma certa cara de espanto. Enquanto ele respirava profundamente e cada vez mais acelerado, eu contemplava um caralho lindo, um pouco curvo, grande – com mais de 20 cm -, grosso – mesmo forçando e apertando, meus dedos não encostavam um no outro enquanto eu segurava aquela rola -, ornada com grossas veias azuladas que pulsavam, com uma chapeleta vermelha e brilhante, pelo buraquinho escorria uma gotinha do líquido pré-gozo. Não suportando mais a tortura abri,- abri não – escancarei, arreganhei a boca e comecei a chupar a cabeça daquela pica.
Tive dificuldade de enfiá-la na boca, não cabia mesmo, passando um pouco da metade já sentia a glande encostar-se e forçar o fundo da minha garganta, me tirando o ar e passando a me sufocar, então decidi apenas chupar o que desse para ser engolido.


Mas e quanto às linguadas? Ah sim, essas percorreram todo o “corpo” daquele cacetão, indo até o saco e aí os lábios e a boca engoliram aqueles enormes e pesados “ovos” a lingüinha fez voltinhas e brincadeirinhas com cada um deles, para logo a seguir, subir lambendo aquele caralho gostoso, descansando minha lingua sobre a chapeleta vermelha ou até envolver a cabeça vermelha com meus lábios e ficar batendo a língua de um lado para o outro, deixando minha saliva escorrer profusamente por toda a rôla. ÔÔÔHH LOUCURA DOIDA!!!!!


Senti o pau pulsar mais forte, parei a chupação e com a voz dengosa pedi:


= Ai seu Osmarrr, chupa minha bundinha ela tá querendo uma lingüinha bem gostosa.


Ele mandou-me falar baixo, pois Ricardo ou minha irmã poderiam acordar. Eu sorri, coloquei o dedinho indicador contra meus lábios. Virei-me de bruços e abri as pernas, oferecendo-me para ele que se ajoelhou e enfiou a cara entre minhas nádegas lambendo minha bundinha como um cachorrinho lambe seu filhote.
Logo ele parou e ficou de pé me mandando sentar e mamar nele, foi o que fiz com o maior prazer do mundo. Possuído pela loucura da excitação, ia tentando engolir cada vez mais aquela pica até que com um gesto de coragem jogando minha cabeça pra frente consegui enfiar aquela “trolha até passar da minha garganta.Tentei escapar da armadilha que eu próprio armei, mas seu OSMAR segurou-me fortemente pelas orelhas e iniciou um entra-e-sai cada vez mais rápido, mais e mais frenético e fez toda aquela sofreguidão de me deixar sem fôlego, transformar-se em puro tesão. Em vez de ainda tentar fugir daquela pica, passei a gemer, engolindo todo aquele cacete. Ele foi deitando-se e concluimos um belo 69.
Até que com um gemido forte, abafado pelo tamanho e grossura daquela pica, eu gozei. Enquanto meu corpo tremia e se retesava, meu pau latejava e jorrava esperma num gozo profuso e longo que deixou meus músculos totalmente inúteis. Pedi que ele parasse para que eu pudesse recobrar minhas forças ou pelo menos a respiração.
Seu OSMAR tirou a pica da minha boca e estirou-se de costas sobre o sofá e seu caralho ficou apontando para o lustre dependurado no teto, Ele puxou-me e beijou-me na boca, iniciou carícias com suas mãos que deslizavam magicamente pela minha pele, arrepiando-a e incitando meu tesão, fui deitando-me ao lado dele e não conseguia desgrudar meu olhar daquele pauzão em riste apontando para o alto.
Entendendo isso tudo como um “convite” para uma deliciosa cavalgada, girei meu corpo ficando de frente pra ele deitei sobre seu corpo, posicionei a pontinha da cabeçorra vermelha entre minhas coxas, apertando as pernas, fiquei ali balançando o corpo vagarosamente. Ele abraçou-me pela cintura e puxou-me de encontro a ele, atirando o quadril para cima.
Deixei meu corpo relaxar sobre o dele, amassando meu peito no peito cabeludo do sogro da minha irmã que dormia no quarto, enquanto eu sentia aquela pica dura e quente nas minhas coxas ali na sala de estar.
Nós ficamos paradinhos por algum tempo, até que sentindo toda aquela trolha deslizando nas minhas coxas, passei a apertar as pernas, a rebolar, a levantar e abaixar o quadril, subindo e descendo meu corpo, quando fazia isso, ele jogava seu quadril para cima tentando enfiar sua “lança” nas minhas coxas suadas de prazer.
Aquilo que a mulher dele havia desprezado a vida inteira, eu queria desfrutar, aproveitando o máximo. Senti que seu OSMAR poderia gozar dentro de pouquíssimo tempo, pois seu pau inchou nas minhas coxas. De um salto sai e cima dele.


= Por que você tirou “ele” das suas coxas menino? - perguntou-me ele.


= Porque quero que o senhor coma meu cuzinho com este pirocão lindo. Minha vontade é receber isso tudo aí dentro do meu rabinho. Você não disse que era questão de “jeito” !?!?! Vamos ver quanto “jeitinho” você tem.


Osmar mandou que eu ficasse sobre ele, mas que não apoiasse os joelhos no sofá e sim a planta dos meus pés. Colocando a ponta da cabeçorra na portinha do meu cuzinho ele pediu que eu descesse meu corpo, soltando o peso bem devagar. Fiz várias tentativas, mas ele só podia estar de brincadeira comigo, dizendo que aquela rôla enorme ia caber dentro do meu cuzinho que só tinha recebido pau finos nas brincadeiras de garotos. Ele vendo minha incerteza, pediu-me para ir na cozinha e passar manteiga na bundinha, lubrificando-a o máximo que conseguisse.
Voltando me posicionei de novo colocando o cacete na portinha do meu cu. Comecei a balançar o rabo bem devagar em forma de pequenos círculos, forcei o corpo para baixo de encontro aquele cacetão e fiz força para fora como se estivesse sentado na privada. Foi aí que senti meu cuzinho se abrindo, se dilatando e o contorno da cabeça do pau do seu OSMAR ir forçando a entrada, aumentei a força pra fora como se fosse evacuar e aquela cabeçorra deslizou vagarosamente pra dentro de mim, senti uma pressão tremenda no anel do meu cuzinho, mas já era tarde para lamentações, aquela chapeleta vermelha já havia se aninhado dentro do meu reto. Gemi ao sentir meu esfíncter completamente dilatado, a sensação que eu tinha era a mesma que todo mundo que dá a bundinha conhece, ou seja: queimação que nem fogo e que o “anel” da entrada do cu, o esfíncter, aquele músculo que aperta, não deixando entrar ou sair algo, estava prestes a estourar e depois disso acontecer, seria fácil enfiar a mão até o pulso dentro do meu rabo.
Foi então que conheci o tal do “jeitinho” que ele havia mencionado.
Ele mandou que eu subisse e descesse a bunda bem devagar, sempre na mesma cadência, sempre forçando para que a cabeça do caralho abrisse o meu rabinho e ele fosse se acostumando, com isso, depois de um tempo, a ardência, a queimação e a dor iam diminuindo, pois o ultimo passo era a dor, esta ia passando conforme os músculos do ânus fossem dilatando e acostumando-se com a grossura do pau, tornando possível a penetração, apenas com um pouco de dor e desconforto, que o tesão poderiam fazer com que eu não os sentisse.
Fui subindo e descendo o corpo e cada vez que descia, enterrava mais um pedaço. Nas subidas, jamais deixava a cabeça escapulir da “ratoeira”, eu sabia se isso acontecesse, seria impossível enfiar aquele caralho delicioso outra vez no meu rabo. Quando senti que metade já estava bem “aninhada”, deitei-me sobre meu sogro e mandei ele me tocar uma punhetinha daquelas. Ele com uma das mãos apertou-me a cintura e os dedos da outra mão massagearam meu pau. Estava me excitando cada vez mais e fui ficando sentado sobre a pica do seu OSMAR, atolando aquela rôla no meu rabinho, não deixando um milímetro pro lado de fora.
Daí pra frente, fiquei como o Diabo gosta. Uma putinha perfeita, o tesão aumentando e chegando a níveis incontroláveis e o pedido saltou de dentro da minha boca quase aos berros:

= Me fode coroa filho-da-puta... Arromba minha bundinha com esse caralhão gostoso. Vai seu viado, mete a pica em mim, soca essa rôla no meu cuzinho!!!!!!!!!!!!!!

O pai do meu cunhado, passou a socar a pica dentro de mim, levantando o quadril enquanto me puxava de encontro a ele, para que o pau entrasse todinho no meu rabo dilacerado. Ele metia me puxando pra ele, depois com as mãos levantava-me pelas nádegas tirando quase todo o pau de dentro do meu cu, voltando a me puxar e jogar o quadril pra cima, enterrando tudo de novo. Eu estava “quente” e me sentia no inferno com o cabo do tridente enterrado no meu rabo.


Meu cuzinho foi comido desta forma durante uns quinze minutos, sem parar nem um só instante. Foi quando ele abraçou-me e levantou-me junto com ele.

Ficamos de pé e ele continuou a me enrabar nesta posição, segurando-me pelas coxas e deixando o peso do meu corpo descer e, em conseqüência, fazendo o pau dele entrar em mim.
Depois deixou que meus pés tocassem no chão e me enrabou em pé mandou-me apoiar as mãos no sofá, até que retirou a pica de dentro do meu cu e mandou que eu ficasse de quatro sobre o sofá e encostasse o peito no encosto deste.
Enquanto eu ainda fazia o que ele havia mandado, seu OSMAR enfiou aquele caralhão pelo meu cu adentro fazendo-me gemer alto e entre lágrimas eu implorei que ele me comesse com força que era desta forma que eu gostava de ser comido, sem dó nem piedade.


Ele fazia tudo o que eu pedia. Eu sentia seu pau tocar no fundo do meu intestino. As metidas eram tão violentas que meu corpo era jogado de encontro ao encosto do sofá que batia na parede, e as estocadas mais vigorosas ainda que as metidas de antes, se iniciaram e anunciavam que ele ia encher meu reto de porra.
Senti a chapeleta tocar o fundo do meu cuzinho várias vezes e passei a tremer sem conseguir parar, comecei a sentir choques pelo corpo e urinei em cima do sofá.
O pau inchou e latejou dentro da minha bundinha. Senti o primeiro dos muitos jatos de porra. Ele então ficou quieto, deixando as ultimas esguichadas saírem do pau dele.
Quando ele retirou o cacete de dentro de mim, fiquei ainda um tempo na posição de quatro, fiquei prendendo a porra toda dentro do meu rabo, esticando a mão peguei minha cueca e a vesti, sempre apertando meu cuzinho para não deixar escapar nem uma gota sequer. Dei-lhe um beijão e fui caminhando lentamente para o meu quarto e deitei-me adormecendo logo em seguida, rezando para que a reforma no apartamento do seu OSMAR, demorasse algum tempo a mais, pelo menos um ano.

4 comentários:

  1. gostosinhopass69@hotmail.com

    kero rola gostosa me adiciona no msn, sou putinha golosa

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  2. Que pica é essa !!!!!
    parece um jumento.

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